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Anvisa aprova uso de testes rápidos contra coronavírus
Anvisa aprova uso de testes rápidos contra coronavírus
Da Redação
Publicada ha uma semana

Em todo o mundo, faltam testes para identificar a presença do vírus nos seres humanos. Como nem todas as pessoas com sintomas conseguem receber um diagnóstico, a OMS já trabalha com a leitura de que há, em muitos países, uma subnotificação de casos.

Foi para lidar com este desafio no Brasil que a Anvisa, agência que aprova medicamentos e tratamentos no país, começou nos últimos dias a dar aval a novos tipos de testes para coronavírus. Foram aprovados na semana passada os primeiros testes chamados “rápidos”, que usam um tipo de tecnologia diferente da usada atualmente. Muitos conseguem mostrar diagnóstico em 10 minutos e exigem menos profissionais para operar o processo.

Como funcionam os novos testes

As novas aprovações da Anvisa podem ajudar a aumentar exponencialmente o número de testes disponíveis e tornar mais precisos os panoramas sobre o coronavírus no Brasil.

Os testes “rápidos” têm esse nome por um motivo. Em muitos deles, os resultados podem sair em menos de 20 minutos, e não é preciso uma grande análise laboratorial para que se saiba os resultados.

Todos são chamados de imunocromatográficos, mas podem ter especificações diversas. No geral, quase todos os aprovados no Brasil até agora funcionam com uma amostra de sangue, coletada rapidamente. A amostra é analisada em poucos minutos pelo aparelho que faz o teste (batizado de “cassete”). Após entrar em contato com um reagente, a amostra corporal pode apresentar níveis específicos de anticorpos, que o corpo produz para combater vírus como o Sars-CoV-2, nome oficial deste novo coronavírus. Se houver certa quantidade de anticorpos, é sinal de que o paciente está infectado. As empresas afirmam que a confiabilidade dos testes está acima de 90%.

Como demora algum tempo até que o corpo desenvolva anticorpos, o teste imunocromatográfico é indicado para estágios mais avançados da doença, após cerca de 8 ou 10 dias. O método também é capaz de identificar pessoas assintomáticas — o que costuma ocorrer sobretudo entre os jovens.

Quando os testes chegarão?

As empresas que tiveram testes aprovados pela Anvisa informam que, agora, estão em contato com órgãos públicos e laboratórios privados para a distribuição dos testes.

Vale lembrar, também, que mesmo os testes mais simples precisam ser aplicados em locais apropriados e com profissionais treinados – ainda que exijam menos mão de obra e tempo do que os testes biomoleculares. A CBDL e suas fabricantes e importadoras associadas vêm buscando parcerias com universidades, farmácias e laboratórios Brasil afora para usar estes espaços para aplicar testes.

Fonte: Exame.

 

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