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Carnaval terá rede contra exploração de crianças e adolescentes
Carnaval terá rede contra exploração de crianças e adolescentes
Da Redação
Publicada 12/02/2020

Com a festa destinada a públicos diversificados, incluindo a garotada, está prevista uma rede de proteção à criança e ao jovem durante o carnaval em cidades mineiras. A ação tenta combater o desaparecimento de crianças e adolescentes, os abusos sexuais ou o trabalho infantil. O lançamento de cartilha para orientação acontecerá nesta quinta-feira (13).

Estão participando da rede BH, Região Metropolitana e Diamantina, Ouro Preto, Pirapora e outras cidades cuja folia tem intensa movimentação. A proposta da Sedese é alinhar estratégias. “O carnaval é uma festa, um momento de se divertir com a família, com as crianças e com a comunidade. Mas trata-se de uma festa com grande fluxo de pessoas não só em Belo Horizonte, mas em Minas como um todo e, assim, há maior risco de crimes e violações de direitos. Achamos importante orientar municípios para que todos estejam protegidos”, disse a coordenadora da Política para Criança e Adolescente da Sedese, Eliane Quaresma.

O desaparecimento de jovens, a incidência de trabalho infantil, a exploração sexual e comercial e uso de álcool e de outras drogas são algumas das preocupações da pasta. “Estamos orientando a rede a atuar dentro dos protocolos, a fim de evitar qualquer tipo de exploração”, diz. O número de ocorrências do ano passado não foi revelado.

A mobilização se dividirá em duas frentes. A secretaria emitirá documento orientador com conjunto de ações de proteção integral a crianças e adolescentes. A segunda ação é a capacitação em videoconferência, amanhã, por meio da rede da Universidade Aberta Integrada Tecnológica.

Mas os pais e familiares também precisam ficar atentos para minimizar riscos. “Não deixar a criança sozinha em nenhum momento e evitar lugares com aglomerações são algumas das dicas importantes. Blocos muito cheios não são indicados para as crianças”, aconselha Eliane. Ela recomenda que menores usem pulseiras de identificação.

Bebidas 

Ainda é muito comum encontrar adolescentes ingerindo bebida alcoólica durante as festividades, o que se configura crime para quem vende. A lei prevê prisão de dois a quatro anos e multa de R$ 3 mil a R$ 10 mil para quem descumprir a norma. Eliane destaca também a importância da denúncia de exploração do trabalho infantil. Denúncias podem ser feitas à polícia ou pelo telefone 100.

Informações e reportagem: Estado de Minas.

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