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Felipe YoDa escolhe PL, Lagoa Santa e Confins para iniciar projeto social com games
Felipe YoDa escolhe PL, Lagoa Santa e Confins para iniciar projeto social com games
Da Redação
Publicada 10/10/2019

Pode até parecer só uma brincadeira. Mas jogos eletrônicos têm muito a ensinar, especialmente a lidar com desafios. Quem garante é o empresário, atleta de eSports e streamer Felipe “YoDa” que, movido pelo próprio aprendizado com os jogos, escolheu a Região Metropolitana de Belo Horizonte para estrear o projeto “YoGamers do Bem”.

O “YoGamers do Bem” é um projeto inédito da empresa de Felipe, que consolidou seu nome como jogador de League of Legends. O foco do trabalho são crianças de baixa renda de escolas públicas. Em abril, o YGB foi implantado no Aeroporto Internacional de Confins para atender a crianças de três cidades da Grande BH – Pedro Leopoldo, Lagoa Santa e Confins. Uma sala com computadores de última geração foi implantada no terminal para receber os estudantes acima de 10 anos.

“Sempre foi meta pessoal do Felipe, antes mesmo de ser conhecido como YoDa, de ajudar o próximo. (...) O projeto vem para apresentar o universo de games para estes alunos. Dos 80 participantes, apenas quatro tinham computadores em casa”, disse.

Este primeiro Centro esportivo eletrônico do YoGamers do Bem tem parceria com as prefeituras das três cidades e a Fundação Chico Xavier. As aulas, que duram de março a novembro e acontecem no contraturno escolar, apresentam às crianças o universo gamer, como entretenimento, diversidade, empreendedorismo e esporte eletrônico.

São 40 crianças de Pedro Leopoldo, 20 crianças de Confins e 20 crianças de Lagoa Santa. Estes alunos participarão do projeto durante o contraturno escolar, ou seja, quem estuda pela manhã, participa a tarde; quem estuda a tarde, participa pela manhã, sendo essas, atividades extracurriculares.

Quem encabeça o projeto junto com YoDa é a mãe e sócia dele, Adriana Noronha. Ela contou que foi feita uma seletiva para formação de grupo de pesquisa, com 770 participantes. Oito voluntários foram selecionados, entre fãs, jogadores, psicólogos, engenheiros e outros profissionais que amam jogar e que tinham vontade de fazer parte da história. “O esporte eletrônico traz semelhanças com o esporte tradicional. Ajuda na disciplina, no comportamento, a decidir, com equilíbrio, o que fazer ou não fazer. O game é uma transformação social e comportamental”, afirmou a mãe do gamer.

Os benefícios dos jogos eletrônicos Adriana diz conhecer muito bem. Felipe tinha 17 anos quando começou a disputar campeonatos, sem o conhecimento dela e do pai. No início, a reação foi de ficar com “os pés atrás”, contou. “Ele [Felipe] me pediu um ano para mostrar que poderia dar certo. ‘Se não der certo, volto a fazer o que me propus a fazer [concurso para a polícia]’, ele falou. Fomos na confiança, com o coração na mão. Ainda é difícil, porque estamos desbravando tudo”, disse.

Em um ano e meio, Adriana largou tudo para investir no filho. Sete anos mais tarde, YoDa estourou como gamer e streamer. Há quatro anos, os dois dividem a sociedade da empresa SehLoiro, que ganhou este nome graças a um bordão do próprio Felipe, e nasceu com o propósito de agenciar outros gamers. Hoje, Felipe YoDa reúne mais de 1 milhão de inscritos no YouTube, 800 mil seguidores do Twitter e 500 mil no Instagram, além de ter marca de roupas e outros produtos.

Fonte: Globo Minas.

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